Ao longo deste semestre temos vindo a estudar os grafos e a sua utilidade. Com eles calculamos os vários caminhos possíveis para chegar a um determinado destino e já descobrimos que são bastante úteis para descobrir o caminho mais curto. Aplicada na vida real, esta matéria pode ajudar bastante um carteiro, por exemplo; este, normalmente, tem de passar obrigatoriamente por vários pontos e provavelmente terá até de voltar a passar por alguns repetidamente para fazer as suas entregas. Ao transformar o circuito que terá de fazer e os vários pontos por onde terá de passar, o carteiro conseguirá descobrir qual a forma mais rápida de fazer as suas entregas chegar ao seu destino no menor caminho e evitando repetir pontos o mais possível.
Podemos pensar que nada disto nos interessa, até porque nenhum de nós está propriamente a pensar ser carteiro ou algo do género. Mas, não é só nestes simples casos em que os grafos nos são bastante úteis. Podemos dizer que os grafos também são algo essencial para questões de vida ou de morte. Para que se perceba esta afirmação vou dar um outro exemplo (acompanhem bem que é agora que isto se vai complicar um pouco!): aparece um novo vírus mortal. Este vírus mortal é transmissível através do ar (ou seja, da respiração) e através do tacto, e propaga-se a uma velocidade estonteante. O primeiro caso conhecido surge em Frankfurt; após esse caso registam-se mais nove e posteriores mortes. Após Frankfurt aparecem mais casos nos Estados Unidos da América, França, Brasil, Inglaterra, Marrocos, Israel, até se tornar uma epidemia. Conforme se vão fazendo estudos em relação ao vírus e se vai tentando descobrir a sua origem, vão-se estabelecendo relações entre as pessoas que iam ficando afectadas e as que morreram. É necessário conseguir descobrir essas relações para se conseguir contactar com as pessoas que tiveram contacto com as infectadas para evitar que essas pessoas tenham contacto com outras e alastrem cada vez mais o vírus para outras pessoas. Para além destas ligações é necessário descobrir-se de onde veio realmente o vírus para descobrir a fonte do vírus e então aí pode-se conseguir o seu extermínio e cura. Obteve-se então, inicialmente, este grafo:
Podemos pensar que nada disto nos interessa, até porque nenhum de nós está propriamente a pensar ser carteiro ou algo do género. Mas, não é só nestes simples casos em que os grafos nos são bastante úteis. Podemos dizer que os grafos também são algo essencial para questões de vida ou de morte. Para que se perceba esta afirmação vou dar um outro exemplo (acompanhem bem que é agora que isto se vai complicar um pouco!): aparece um novo vírus mortal. Este vírus mortal é transmissível através do ar (ou seja, da respiração) e através do tacto, e propaga-se a uma velocidade estonteante. O primeiro caso conhecido surge em Frankfurt; após esse caso registam-se mais nove e posteriores mortes. Após Frankfurt aparecem mais casos nos Estados Unidos da América, França, Brasil, Inglaterra, Marrocos, Israel, até se tornar uma epidemia. Conforme se vão fazendo estudos em relação ao vírus e se vai tentando descobrir a sua origem, vão-se estabelecendo relações entre as pessoas que iam ficando afectadas e as que morreram. É necessário conseguir descobrir essas relações para se conseguir contactar com as pessoas que tiveram contacto com as infectadas para evitar que essas pessoas tenham contacto com outras e alastrem cada vez mais o vírus para outras pessoas. Para além destas ligações é necessário descobrir-se de onde veio realmente o vírus para descobrir a fonte do vírus e então aí pode-se conseguir o seu extermínio e cura. Obteve-se então, inicialmente, este grafo:
O sujeito C é o primeiro caso mortal conhecido (o tal caso de Frankfurt). Esse sujeito teve contacto com mais três sujeitos – D, E e F – que também ficaram contaminados. Desses três sujeitos dois deles tiveram contacto com outras pessoas. O sujeito F, na escola, teve contacto com L, M e N que também acabaram contaminados. O sujeito D, no seu trabalho de atendimento ao público teve contacto com mais quatro pessoas: G, H, J e K. Por sua vez, K foi apanhar o seu voo privado de volta aos EUA e enquanto efectuava o seu check-in teve contacto com a senhora do atendimento: O. A senhora O teve contacto com mais nove pessoas – P, Q, R, S, T, U, V, X e Z que eram de países diferentes – enquanto estas faziam o check-in para voltarem para casa. Assim surge a expansão do vírus. Mas, apesar destas grandes descobertas, ainda não foi encontrada a origem do vírus. Começa-se então a procurar as pessoas com as quais o sujeito C teve contacto dentro do tempo de encubação do vírus. Obtém-se então o seguinte grafo final:
Descobre-se então que o sujeito C tinha estado na Tailândia de férias antes de voltar a Frankfurt. O sujeito C tinha tido contacto com o chefe do restaurante do hotel – sujeito B - quando o congratulou pela excelente refeição. O sujeito B, por sua vez, tinha tido contacto com o sujeito A, um agricultor que lhe fornecia vários vegetais para os enfeites de centro de mesa que eram feitos no Hotel. Descobriu-se e concluiu-se então que a origem do vírus veio da água. O sujeito A, agricultor, esteve em contacto com águas contaminadas com as quais regava as suas plantações. Quando, ao cumprimentar o chefe do restaurante do hotel, não lavou as suas mãos, iniciou aí a transmissão do vírus.
Como se pode então concluir, as ligações existentes quando transformadas em grafos são algo bastante útil para a descoberta de casos como este e essencial a entender-se para um bem-estar à escala mundial. Não só conseguimos descobrir qual o caminho mais curto a realizar do nosso roteiro de férias pelo norte do país como também conseguimos salvar a humanidade. Podem ser heróis graças à aprendizagem dos grafos colegas/professor/leitores, não é bestial?
Aqui vos deixo o link do trailer do filme “CONTÁGIO” que foi o que me deu ideias para este exemplo. No filme conseguimos ver a senhora que tenta encontrar a origem do vírus a desenhar grafos - que representam as ligações entre as pessoas infectadas – para descobrir: http://www.youtube.com/watch?v=eif4myB-Cuk
Caso fiquem interessados no filme, comprem-no. Nada de downloads ilegais malta! 8-) (o professor não deixa)

Aqui vos deixo ainda o link de uma dissertação de mestrado de Ciências Médicas e da Saúde no qual usam a teoria dos grafos: http://www.knoow.net/monografias/medicina/analise_utiliz_ehrs_usando_teoria_grafos_fich_log_d.htm
Boas Fériaaaas!!!
Joana Cruz, 20110191

Descobre-se então que o sujeito C tinha estado na Tailândia de férias antes de voltar a Frankfurt. O sujeito C tinha tido contacto com o chefe do restaurante do hotel – sujeito B - quando o congratulou pela excelente refeição. O sujeito B, por sua vez, tinha tido contacto com o sujeito A, um agricultor que lhe fornecia vários vegetais para os enfeites de centro de mesa que eram feitos no Hotel. Descobriu-se e concluiu-se então que a origem do vírus veio da água. O sujeito A, agricultor, esteve em contacto com águas contaminadas com as quais regava as suas plantações. Quando, ao cumprimentar o chefe do restaurante do hotel, não lavou as suas mãos, iniciou aí a transmissão do vírus.
Como se pode então concluir, as ligações existentes quando transformadas em grafos são algo bastante útil para a descoberta de casos como este e essencial a entender-se para um bem-estar à escala mundial. Não só conseguimos descobrir qual o caminho mais curto a realizar do nosso roteiro de férias pelo norte do país como também conseguimos salvar a humanidade. Podem ser heróis graças à aprendizagem dos grafos colegas/professor/leitores, não é bestial?
Aqui vos deixo o link do trailer do filme “CONTÁGIO” que foi o que me deu ideias para este exemplo. No filme conseguimos ver a senhora que tenta encontrar a origem do vírus a desenhar grafos - que representam as ligações entre as pessoas infectadas – para descobrir: http://www.youtube.com/watch?v=eif4myB-Cuk
Caso fiquem interessados no filme, comprem-no. Nada de downloads ilegais malta! 8-) (o professor não deixa)

Aqui vos deixo ainda o link de uma dissertação de mestrado de Ciências Médicas e da Saúde no qual usam a teoria dos grafos: http://www.knoow.net/monografias/medicina/analise_utiliz_ehrs_usando_teoria_grafos_fich_log_d.htm
Boas Fériaaaas!!!
Joana Cruz, 20110191
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