segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Redes de Informação

Quando falamos de informação, é natural imaginarmos como se dará a sua difusão através de uma infra-estrutura com capacidade para suportar as diversas formas da sua representação.
As evoluções nas redes de comunicação, nos computadores, nos sistemas operativos e nas aplicações vieram trazer alterações ao modo como estes sistemas são concebidos e estruturados. Por outro lado, tem crescido de maneira significativa o modo como as organizações usam os sistemas de informação e das redes. A rede mais representativa, a Internet, foi criada para permitir a interligação de computadores de um modo simples e com tolerância a falhas, inicialmente para aplicações militares. Estas características vieram a ser os aspectos decisivos numa tecnologia que se tornou a solução central para a ligação dos principais sistemas de informação e, também, a tecnologia de comunicação, base da sociedade de informação neste início do século XXI.
Contudo, são as aplicações que são relevantes para os utilizadores finais. A simplicidade e flexibilidade destas aplicações têm tornado possível a sua implementação em sistemas muito diferentes, desde computadores de grande porte, aos computadores pessoais e até em computadores de bolso e telemóveis.

As Redes de Informação, área sobre a qual se insere este trabalho, englobam as diversas vertentes de pesquisa referentes às infra-estruturas. De um modo geral, podemos dizer que a sua funcionalidade consiste na cooperação, na partilha, no intercâmbio e acesso remoto a todo o tipo informação, documentos ou recursos. Deste modo, suporta uma gama flexível e diferenciada de serviços a uma população de usuários interactivos e geograficamente dispersos, garantindo a qualidade necessária para cada serviço pretendido.
No entanto, a questão que se coloca é: Será que esta “revolução” foi feita de modo consciente e moderado ou será que no futuro tornar-se-á surpreendentemente arrasadora para a população mundial?

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