sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Os motores de busca e o jornalismo

Os motores de busca na Internet são hoje mais uma «ferramenta» de trabalho para qualquer jornalista , em qualquer redacção.  Eles são fundamentais para que possamos reunir e recolher o máximo de informação disponível sobre o(s) assunto(s) no qual vamos trabalhar. É uma espécie de arquivo virtual gigante, que está ao nosso dispor à distância de um simples clic. 
Também no jornalismo há um Mundo antes da Internet e depois da Internet. Antes de existir a Internet,  os jornalistas se queriam saber o que já tinha sido escrito sobre aquele assunto ou recolher  mais informação tinham de ir ao osbcuro arquivo da redacção, mergulhando em gigantestcas coleções de jornais e recortes de imprensa, podendo demorar horas ou dias para encontrar o que queriam, com a inevitável perda de tempo. Hoje, se queremos saber algo sobre um determinado tema, basta abrir um motor de busca e colocar lá as palavras chave do assunto que pretendemos tratar.  Foi o que fiz. Coloquei «motores de busca» no Google e encontrei a notícia de que a Yahoo, um dos principais motores de busca mundiais e concorrente da Google, vive dias difíceis. http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=517437
Como funcionam os motores de busca?
Estes não se baseiam em informação exterior à web, por isso, perante os termos solicitados pelo utilizador fazem um ranking  das páginas nela existentes (votação por ligações IN). As que surgem em primeiro lugar são as que têm mais ligações a apontar para o termo que pesquisámos. O facto de existirem palavras  sinónimas é um dos princípais problemas para o funcionamente dos motores de busca, acabando por dificultar a pesquisa e o ranking dos documentos encontrados. A mesma palavra-chave pode ter vários significados.
A permanente dinamica da web ( sites novos que aparecem e outros que desaparecem) é outra das dificuldades que surgem quando fazemos uma pesquisa na Internet.
A Internet pode funcionar como apoio e até fonte ( nem sempre é aconselhável) para os jornalistas, no entanto, convém sublinhar que nem toda a informação que existe na Internet é verdadeira e antes de um jornalista publicar ou emitir uma informação baseada no resultado das buscas que realizou na Internet deve primeiro confirmar se ela é verdadeira, sob pena de estar a desviar-se do que lhe é pedido: ser rigoroso e verdadeiro na informação que presta aos leitores, ouvintes ou telespectadores.

Bruno Henriques da Silva
1994 1052

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